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Você conhece alguém que não consegue progredir, tem dificuldades em colocar seus projetos em prática? Que adoece de repente ou que muda de comportamento de uma hora para outra?

Você tem dificuldade em se posicionar em alguma situação?

A Constelação Familiar  é uma Consciência, que aborda esses temas e consegue dinamizar o processo de cura , aceitação das energias naturalmente conectadas à pessoa, reconciliação, perdão, gratidão e inclusão dos excluídos na familia.

No pertencimento todos nós temos consciência leve e pesada.

Quando nos comportamos igual ao grupo ao qual pertencemos, sentimos consciência leve. Quando agimos diferente do grupo sentimos consciência pesada.

Bert Hellinger, o criador das Constelações familiares, observou que o “pertencimento” atua também na consciência coletiva.  Em uma família, todos pertencem a ela, sem distinção, mesmo com todas as diferenças. Vivos ou mortos, todos pertencem.  Não é porque o avô ou avó faleceram que deixam de pertencer à familia. A natureza familia deseja manter a união e coesão da familia a qualquer custo. Quando um membro da familia é excluído, outra pessoa da familia assume o comportamento da pessoa excluída e assume o seu destino. Muitas veze, um membro da familia que veio depois, nem conheceu o membro da familia que foi excluído. Por exemplo, um sobrinho ou sobrinha assume o comportamento de um tio ou tia que foi excluído(a) ou morreu antes dele(a) nascer.

Quem pertence ao sistema Familiar? Todos os laços de sangue: irmãos e meio-irmãos, pais e seus irmãos, e meio-irmãos, avós paternos e maternos com seus irmãos e meio-irmãos; e também as pessoas ligadas pelo vínculo do destino: laços sexuais (parceiros sexuais anteriores), pelo menos quatro categorias: laços sexuais com amor, com gravidez (mesmo que tenham sido abortados, natural ou espontaneamente), promessas de casamento, estupros. Isso também se estende a todos os membros da família (como uma teia) : os meus, dos pais, dos seus irmãos e meio-irmãos, dos avós e seus irmãos e meio- irmãos, etc. Todos esses permanecem vinculados.

Outro grupo de vínculo de destino são as pessoas que deram uma vantagem existencial a uma família: alguém que salvou a vida de alguém da família, escravos que trouxeram riquezas através do seu trabalho; ou desvantagem: assassinos que prejudicaram a existência de um membro da família. O efeito disso é que, mais tarde, uma criança da família assume o destino desse excluído, tornando-se um assassino ou uma pessoa que prejudica a família ou outra família.

Isso pode ser comprovado com as evidências que surgem nos acontecimentos nas histórias de diversas famílias. Existe a lei da compensação, assumindo a responsabilidade pela família que foi prejudicada.

Outra observação natural é o “princípio da ordem”. A hierarquia natural (não pressupõe obediência) é de quem chega antes do outro: o que nasceu primeiro sobre quem nasceu depois.  Nada muda essa ordem natural e é uma ordem de respeito e de amor. Existe naturalmente uma desobediência na evolução das famílias. Os filhos podem desobedecer a seus pais com uma postura de respeito. A desobediência produzirá um bom efeito se os filhos se expressarem com amor e respeito: “me olhem com carinho se eu fizer as coisas um pouco diferente do que vocês fizeram.” Leva uma adaptação do contexto para uma nova geração em relação à geração anterior. Sem desprezar a enorme contribuição e sem deixar de ser grato(a) por tudo que a geração anterior fez e ofereceu. Essa postura proporciona um destino mais leve e com mais recursos em relação à geração anterior. Vai gerar todo tipo de efeito desastroso quando ela é desobedecida. Dificuldades para colocar os projetos em prática ou adoecimento súbito. Não se trata de carma ou maldição, é simplesmente a atuação dessa Consciência, que busca restaurar a ordem natural.

Observa-se nos casos desses filhos que julgam ou condenam seus pais porque tiveram muitos conflitos e acreditam que teriam feito melhor no lugar deles, nessas situações; recriminações sérias, julgamentos exacerbados contra os pais, se sentindo melhore do que eles de levar uma vida emocional ou profissional com mais sucesso, menos conflitos,  também levam vida de casal tumultuada, até mais conflituosa que a dos pais ou nem conseguem sustentar um relacionamento durável. Situações semelhantes ocorrem na área profissional. O princípio dessa consciência de falha progressiva vem através da dor e do sofrimento, criado por essa repetição. A repetição desastrosa leva a pessoa envolvida a refletir e se conscientizar de que ela não é, na verdade, mais capaz do que os pais, de lidar com uma situação conflituosa. E talvez essa pessoa possa voltar aos seus pais, numa postura de respeito e humildade e dizer que achava que sabia fazer melhor que eles, mas na verdade não é isso que acontecia. Quero, por favor, pedir que vocês me abençoem e me olhem com carinho, na minha posição de filho(a) e não interfiro mais no seu relacionamento de casal ou na sua vida profissional. “Para mim é uma bênção que você, mamãe, tenha escolhido esse pai, e você, pai, que tenha escolhido essa mãe, pois foi assim que eu ganhei a minha vida. E eu sou apenas o(a) filho(a) de vocês.”

Quando conseguimos chegar a esse movimento, profundamente, em nosso sentimento, e fizermos isso com sinceridade, essa ordem essencial é restaurada, então podemos sentir o fluxo de amor de uma geração para outra e o processo se reorganiza com todos os efeitos que correspondem.